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Dia do Trabalhador: 5 caminhoneiros que marcaram a ficção para comemorar a data


Dia do Trabalhador: 5 caminhoneiros que marcaram a ficção para comemorar a data

No dia primeiro de maio, é comemorado o Dia do Trabalhador no Brasil. Na realidade, em vários outros países essa data também é celebrada, sendo um feriado dedicado a festas, eventos de conscientização e reivindicação, exposições e descanso.

A História do Dia do Trabalhador começou no ano de 1886, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. No dia 1º de maio desse ano, funcionários da indústria foram às ruas a fim de reivindicar condições de trabalho mais justas, formando uma greve geral. Entre os pedidos, estava a diminuição da jornada de treze horas diárias para oito.

No Brasil, nas décadas de 1930 e 1940, o então presidente Getúlio Vargas passou a utilizar o dia primeiro de maio para divulgar a criação de leis em benefício dos trabalhadores. Dessa forma, o viés de protesto dessa data foi esquecido, passando a assumir um caráter comemorativo.

Mesmo com as conquistas, algumas categorias de trabalhadores ainda precisam ficar vigilantes e procurar trabalhar sempre com empresas que respeitam seus direitos e seguem todas as leis. É o caso, por exemplo, dos caminhoneiros. Eles são fundamentais para a saúde e economia do Brasil, visto que a maior parte da produção é distribuída e escoada por meio dos caminhões.

Alguns programas de televisão reconhecem essa jornada e, para homenagear os caminhoneiros, criaram personagens de sucesso na ficção.

Em comemoração ao Dia do Trabalhador, apresentaremos neste artigo alguns caminhoneiros da ficção que fizeram história. Acompanhe!

1. Pedro e Bino – Carga Pesada

Muitas pessoas não sabem, mas Carga Pesada estreou no ano de 1979, inserida dentro de um projeto da Rede Globo chamado Séries Brasileiras. O principal foco do programa era mostrar a diversidade cultural existente em todos os cantos do Brasil.

Nos episódios conhecemos os amigos Pedro, interpretado por Antônio Fagundes, e Bino, vivido por Stênio Garcia. Eles decidem comprar, em sociedade, um dos mais caros e modernos caminhões da época. Para arcar com as prestações, eles começam a fazer entregas de cargas pesadas em diversos trechos, estradas e estados.

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Além de mostrar o dia a dia dos caminhoneiros, a série discutia assuntos importantes, como a reforma agrária, as condições deploráveis das estradas, os assaltos a caminhoneiros e o trabalho escravo, por exemplo.

A primeira versão da série teve apenas duas temporadas (1979 e 1980). Em 2003, voltou ao ar para continuidade da história após 22 anos. Na nova versão, Bino se tornou o dono de uma frota. No entanto, o caminhoneiro descobre que está com câncer e chama Pedro para que eles se aventurem pelas estradas brasileiras enquanto espera o resultado da biópsia. A série durou 5 temporadas e teve 62 episódios.

2. João – Barriga de Aluguel

Em agosto de 1990 estreou a novela Barriga de Aluguel na Rede Globo. Na trama, a jogadora de vôlei Ana, interpretada por Cássia Kiss, e seu marido Zeca, vivido por Victor Fasano, têm um casamento bem-sucedido. No entanto, não conseguem ter filhos, apesar dos vários tratamentos que Ana se propôs a fazer.

A fim de realizar o sonho de serem pais, eles decidem contratar Clara, uma jovem interpretada por Cláudia Abreu, como sua barriga de aluguel. Dessa forma, a novela discute um tema novo para a época: quais seriam os limites éticos da inseminação artificial que envolvem mulheres que se voluntariam para ser mães de aluguel.

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Clara precisa dos recursos oferecidos pelo casal e aceita a proposta, encarando a gravidez como um negócio que precisa esconder de seus amigos e parentes. No entanto, o segredo vem à tona e acaba com o relacionamento de Clara com o caminhoneiro João (Humberto Martins) — uma pessoa rude mas muito apaixonada por ela.

Apesar de se casar com outra, João nunca deixa de estar presente para ajudar Clara, que fica cada vez mais envolvida com a gestação e, por fim, decide não entregar a criança.

3. Zeca – A força do Querer

Em um dos cenários da trama principal, Zeca, que é caminhoneiro e interpretado por Marcos Pigossi, é apaixonado por Ritinha. A personagem é vivida por Ísis Valverde e é nascida e criada em Parazinho, sendo uma garota com bastante amor-próprio e que gosta do fascínio que sua beleza provoca nos homens.

O romance, construído desde a infância entre Zeca e Ritinha, é abalado com a chegada de Ruy, interpretado por Fiuk. Ruy e Ritinha começam a se relacionar e, no dia do casamento de Zeca e Ritinha, ela decide fugir com Ruy para o Rio de Janeiro.

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Zeca fica bastante abalado mas, aos poucos, reconstrói sua vida com Jeiza, uma policial durona interpretada por Paolla Oliveira. Apesar de o namoro ser cheio de altos e baixo, os dois se casam no final da trama e têm filhos.

4. Zé Bolacha – A Próxima Vítima

Em 1995, na novela da Globo A Próxima Vítima, Lima Duarte interpretou o caminhoneiro Zé Bolacha. O personagem, bastante importante na trama, é muito alegre e tem um bom caráter. Além disso, tinha um estilo romântico, adorando realizar citações poéticas, principalmente aquelas que lia na obra de Guimarães Rosa.

Zé Bolacha se apaixona por uma moça mais jovem na novela, chamada Irene (Vivianne Pasmanter). A mulher é filha de Helena, vivida por Natália do Vale, que se interessa por Juca, o filho de Zé Bolacha interpretado por Tony Ramos. Assim, é formado um “quadrilátero” amoroso entre as duas famílias, o que dá vida à novela.

5. Cida – A Favorita

Cida, interpretada por Claudia Ohana, é uma das poucas representantes femininas da classe de caminhoneiros na ficção. Em A Favorita, ela enfrenta o preconceito de amigos e da família, sendo a caçula de três irmãs, para exercer a profissão que mais amava: carregar cargas pelas estradas do Brasil.

A personagem tem personalidade forte, é muito honesta e focada em sua vida profissional. No entanto, é bastante feminina e romântica. Ao fim da novela, ela se casa com Juca (Bento Ribeiro).

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30/04/2019

A Rodojacto nasceu em 1969 e, atualmente, atua no segmento de transporte rodoviário de cargas, dividindo-o em duas áreas: a de carga comum e a de carga especial — mercadorias que excedem pesos e medidas.


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