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Como a Rodojacto usa a legislação no transporte de cargas?

Qualquer empresa deve estar atenta à legislação do setor em que atua e cumprir as leis com rigor. No caso do transporte de cargas, não é diferente. Esse é um setor muito dinâmico, com leis que mudam com frequência, e estar inteirado com as mudanças na legislação no transporte de cargas é essencial para evitar problemas.

Neste artigo, vamos explicar por que é importante garantir a conformidade legal no setor e mostrar como a Rodojacto faz para continuar em dia com as normas, as regulamentações e a legislação no transporte de cargas. Acompanhe!

O papel da legislação no transporte de cargas

É fundamental que existam normas e regulamentações no setor de transporte de cargas, uma vez que elas contribuem para tornar a atividade mais eficiente, trazem segurança aos profissionais e empresas que atuam na área e ajudam a elevar a produtividade.

As leis e as regras para transporte de cargas, assim como normas da ANTT e do Contran, também ajudam a classificar e entender as mercadorias transportadas em território nacional e requisitam os documentos necessários, de modo que o governo consegue tributar as atividades e destinar recursos ao setor com mais eficiência.

Empresas que não estão em conformidade com a legislação para o transporte de cargas podem sofrer sanções e multas, além de outras penalidades administrativas e judiciais, como a suspensão ou a cassação da licença para atuar.

Há ainda implicações fiscais: empresas que não seguem a legislação para o transporte de cargas podem ser autuadas por fraude fiscal e correm o risco de passar por auditorias e até de ter suas operações bloqueadas.

Tudo isso pode levar à perda de contratos e, pior ainda, da credibilidade da empresa, o que influencia negativamente sua competitividade no mercado. Isso para não mencionar os riscos trabalhistas, oriundos de jornadas excessivas, vínculos mal formalizados ou não cumprimento da Lei do Motorista. Por fim, o não cumprimento das leis pode até mesmo anular a cobertura de seguros, tornando a empresa mais vulnerável.

Nada disso é um problema, contudo, quando a empresa cumpre todas as regras e obedece rigorosamente à legislação vigente. É por isso que a Rodojacto garante operações totalmente dentro da legalidade para evitar penalidades e prejuízos.

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Quais são as principais normas regulatórias no transporte de cargas?

O transporte de cargas está sujeito a algumas normas. Elas guiam a atividade e definem quais são os critérios para uma movimentação segura para todos. Veja quais são as principais normas regulatórias:

Código de Trânsito Brasileiro (CTB)

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece diversas normas e exigências relacionadas ao transporte de cargas, visando a garantir segurança viária, integridade da carga e preservação das vias públicas.

O artigo 99, por exemplo, versa sobre a segurança da carga, obrigando o transportador a acondicionar e fixar a carga de modo seguro para evitar sua queda, seu derramamento ou deslocamento. Além disso, proíbe o transporte de cargas que comprometam a estabilidade ou ultrapassem os limites legais do veículo.

O artigo 100, por sua vez, determina que o veículo transportador deve obedecer aos limites de peso e dimensões definidos pela legislação e pelo Contran, e proíbe a circulação com peso superior ao permitido.

Já o artigo 101 determina a verificação do peso da carga em balanças de fiscalização, enquanto o 102 proíbe o transporte de passageiros em compartimentos de carga e estipula que a carga não obstrua a visibilidade do motorista nem afete a condução do veículo.

Há, ainda, o artigo 103, que exige que veículos de carga não danifiquem o leito das vias, limitando peso por eixo, conforme regulamentação do Contran.

Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)

A Agência Nacional de Transportes Terrestres é o órgão regulador responsável por fiscalizar, normatizar e controlar o transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Uma das principais determinações da ANTT sobre o transporte de cargas é o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), obrigatório para toda empresa ou autônomo que atue no transporte remunerado de cargas.

Ela também exige alguns documentos, como o CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) e o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte).

Além disso, a ANTT define valores mínimos para o pagamento de frete em função da quilometragem, do tipo de carga transportada e do tipo de veículo utilizado.

A Resolução ANTT nº 4.799/2015, por sua vez, obriga as empresas a usarem sistemas que garantam a identificação da carga, seu rastreamento e permitam um controle do tempo de permanência nas estradas.

O órgão regulador também realiza fiscalizações em postos de pesagem, rodovias federais e terminais de carga.

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Regulamentação do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e)

O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais é um documento digital obrigatório no transporte de cargas, sobretudo em operações interestaduais. Ele tem papel fundamental na organização, rastreabilidade e fiscalização do transporte rodoviário de cargas, é regulamentado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) e exigido pela Receita Federal, pela ANTT e por órgãos de fiscalização estadual.

O MDF-e reúne, em um único documento, as principais informações da carga, como a origem e o destino, as informações sobre o veículo transportador, CT-es e NF-es envolvidos, dados do contratante e do transportador, entre outras. Isso facilita o controle logístico e fiscal.

Obrigações fiscais e tributárias no transporte de mercadorias

Entre as principais obrigações fiscais e tributárias na prestação do serviço de transporte de cargas está a emissão de documentos fiscais como o CT-e e o MDF-e, como já destacamos.

Os principais tributos que incidem sobre o serviço de transporte de cargas são o ICMS, o ISS, o IRPJ e o CSLL, o PIS e o COFINS, e o INSS quando há contratação de autônomos.

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